Pular para o conteúdo
2 min de leitura

Governo proíbe comercialização de duas marcas de azeite por irregularidades

Por Equipe Bn4 ·

Governo proíbe a venda de azeites das marcas Alonso e Quintas D'Oliveira por irregularidades sanitárias e origem desconhecida, segundo Anvisa e Ministério da Agricultura.

A comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos azeites das marcas Alonso e Quintas D'Oliveira estão proibidos no Brasil. A decisão foi publicada nesta terça-feira (20) no Diário Oficial da União pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após investigações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

De acordo com o governo, os produtos têm origem desconhecida e descumprem diversas normas sanitárias e legais. Entre as infrações encontradas estão:

  • ausência de padrões legais na rotulagem;
  • descumprimento das exigências sanitárias nas instalações de produção;
  • ausência de licença da autoridade sanitária ou de registro no Ministério da Saúde.

As primeiras apreensões ocorreram em outubro de 2024. Na ocasião, o Ministério da Agricultura alertou para risco à saúde dos consumidores devido à incerteza quanto à origem e à composição dos produtos.

A reportagem tentou contato com as marcas, mas só encontrou os dados das embaladoras. As empresas foram acionadas e o posicionamento é aguardado.

veja tambemGoverno proíbe comercialização de duas marcas de azeite por irregularidades

A comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos azeites das marcas Alonso e Quintas D'Oliveira estão proibidos no Brasil. A decisão foi publicada nesta terça-feira (20) no Diário Oficial da União pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após investigações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

De acordo com o governo, os produtos têm origem desconhecida e descumprem diversas normas sanitárias e legais. Entre as infrações encontradas estão:

  • ausência de padrões legais na rotulagem;
  • descumprimento das exigências sanitárias nas instalações de produção;
  • ausência de licença da autoridade sanitária ou de registro no Ministério da Saúde.

As primeiras apreensões ocorreram em outubro de 2024. Na ocasião, o Ministério da Agricultura alertou para risco à saúde dos consumidores devido à incerteza quanto à origem e à composição dos produtos.

A reportagem tentou contato com as marcas, mas só encontrou os dados das embaladoras. As empresas foram acionadas e o posicionamento é aguardado.

veja tambem: Brasil reitera apoio a diálogo direto entre Putin e Zelensky

O governo também esclareceu que há duas marcas chamadas Alonso. A marca de origem chilena, exportada pela Agrícola Pobena S.A., é regular. Já a empresa alvo da proibição é representada no Brasil pela Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda., cuja origem é desconhecida.

Leituras relacionadas

Nenhum comentário ainda

Seja o primeiro a comentar.

Deixe seu comentário

Entre com sua conta Canverly para comentar. Você pode usar a mesma conta em qualquer site da rede.

Entrar com Canverly