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2 min de leitura

Itamaraty condena ataque que matou casal de israelenses em Washington

Por Equipe Bn4 ·

Ministério das Relações Exteriores repudia assassinato de funcionários da embaixada de Israel nos EUA e reforça posição contra antissemitismo e crimes de ódio.

O Ministério das Relações Exteriores divulgou nesta quinta-feira (22) uma nota em que condena, com veemência, o ataque que resultou na morte de dois funcionários da embaixada de Israel em Washington, capital dos Estados Unidos. O episódio ocorreu na noite de quarta-feira (21) e é tratado como crime de motivação antissemita pelas autoridades americanas.

O governo brasileiro expressou condolências aos familiares das vítimas e ao povo de Israel, reafirmando seu repúdio ao antissemitismo, ao extremismo e a quaisquer formas de crimes de ódio.

As vítimas foram identificadas como Sarah Milgram e Yaron Lischinsky, um casal que foi baleado nas proximidades do Museu Judaico de Washington.

O suspeito do crime, Elias Rodríguez, foi preso minutos após o ataque. Segundo testemunhas, ao ser detido, ele gritou "Palestina livre" e teria confessado ser o autor dos disparos durante uma breve conversa dentro do museu, onde entrou sem armas após o ataque.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se manifestou, classificando o crime como motivado por antissemitismo. Em declaração, afirmou: “Esses assassinatos horríveis em D.C., claramente motivados por antissemitismo, precisam acabar, agora! O ódio e o radicalismo não têm lugar nos EUA.”

O governo brasileiro expressou condolências aos familiares das vítimas e ao povo de Israel, reafirmando seu repúdio ao antissemitismo, ao extremismo e a quaisquer formas de crimes de ódio.

As vítimas foram identificadas como Sarah Milgram e Yaron Lischinsky, um casal que foi baleado nas proximidades do Museu Judaico de Washington.

O suspeito do crime, Elias Rodríguez, foi preso minutos após o ataque. Segundo testemunhas, ao ser detido, ele gritou "Palestina livre" e teria confessado ser o autor dos disparos durante uma breve conversa dentro do museu, onde entrou sem armas após o ataque.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se manifestou, classificando o crime como motivado por antissemitismo. Em declaração, afirmou: “Esses assassinatos horríveis em D.C., claramente motivados por antissemitismo, precisam acabar, agora! O ódio e o radicalismo não têm lugar nos EUA.”

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